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quarta-feira, novembro 26, 2008

Manifesto Slow Blog

Escrito em  2006 por Todd Sieling, um canadiano consultor em tecnologia, o manifesto  Slow Blog - it happens when it happens, foi agora notícia no New York Times e no Guardin.

A ideia é: depois do SlowSex, SlowFood e SlowCities, o SlowBlogging [estou maravilhada]. 

Créditos: imagem de Chucks

sexta-feira, outubro 17, 2008

A ambição totalitária do design


O novo totalitarismo do século XXI vem-nos das bandas do design, que  já não é "forma da função" [um primitivismo hoje só defendido pelos ignorantes], mas "processo". A definição de design centrada nos artefactos está completamente ultrapassada, esclarecia há dias Guta Moura Guedes no Câmara Clara.  Design é metodologia processual  de trabalho...é um  sistema de arrumação de conhecimentos...Pode ir do desenho de uma cadeira...ao programa de um governo... a um projecto de arquitectura...

Silogisticamente o raciocínio é irrepreensível. Vejamos:

Todas as actividade humanas pressupõem um "processo"
Design é "processo"
Todas as actividades humana pressupõem o design 

Coadjovando a tese, também a arte digital regojiza: 
Por muito que custe aos artistas, o design engoliu a arte e finalmente deixou de estar no papel de mediador entre a arte e a tecnologia lê-se no Mouseland. E ainda no mesmo artigo: o Design é concepção e planificação de todas as instâncias do artificial ou do mundo feito pelo homem.

Espero não me esquecer. Já não via nada tão moderno há muito tempo. 

Créditos: imagem de Von Kinder

quarta-feira, outubro 01, 2008

No comments


"Caro leitor,

No âmbito da aposta que o Expresso tem vindo a fazer para ser um jornal diário na Internet, e assim estar mais perto dos leitores que todos os sábados nos levam da banca para casa, decidimos investir ainda mais na opinião dos leitores. [muito bem]

Se é certo que cada visitante do Expresso em www.expresso.pt pode deixar o que pensa sob forma de comentário, por baixo de cada notícia escrita, vídeo ou fotogaleria, também é merecido que os melhores comentários sejam premiados de forma a terem mais visibilidade. Tal como é  imprescindível  que injúrias e obscenidades sejam afastadas destes espaços públicos de debate que proporcionamos a qualquer leitor. [sim senhor]

No entanto, como entendemos que uma comunidade de leitores responsável se pode auto-regular, junto envio-lhe o modo de funcionamento da comunidade do Expresso, onde a liberdade será sempre um valor maior. [modo de funcionamento??...humm... isto está-se a complicar..]

REGRAS PARA MODERAÇÃO DE COMENTÁRIOS ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE PONTOS

Para deixar o seu comentário necessita de ser utilizador registado. O registo é gratuito e demora pouco mais de 30 segundos. Se por caso já for utilizador registado, coloque o seu mail e palavra-chave nos campos para o efeito, no canto superior direito do ecrã e faça ok. Depois disso, poderá comentar qualquer conteúdo. Em caso de dúvida escreva-nos para novosite[arroba]expresso.pt, seremos tão breves quanto possível a responder. [ok]

1) Moderação:
Os utilizadores registados com prestígio (ver ponto 2) superior a zero recebem regularmente o direito de moderar os comentários dos seus pare

s. Esse direito traduz-se na atribuição de 5 "pontos de moderação", que lhe dão o direito de avaliar quantitativa e qualitativamente 5 comentários. Se não forem usados num período de vários dias, os pontos desaparecem. Quando um utilizador tem pontos de moderação aparece-lhe, junto a cada comentário, o link "Moderar". Seguindo esse link, surge uma pequena caixa com várias opções: positivas ("Bem Escrito","Interessante", "Divertido"), negativas ("Despropositado", "Desinteressante", "Mal Educado") e uma neutra ("Normal").
As moderações positivas acrescentam e as negativas retiram pontos ao comentário.[esquece]

2) Prestígio:
O prestígio de um utilizador começa em 0 e pode crescer ou diminuir, podendo atingir valores positivos ou negativos.
Um utilizador ganha prestígio quando um seu comentário é avaliado (moderado) de forma positiva por outro utilizador; os utilizadores perdem prestígio quando os seus comentários são moderados negativamente ou por "evaporação de prestígio" (ver ponto seguinte).

3) Pontuação dos comentários:
Cada comentário tem um certo número de pontos, que resultam de dois factores: o valor inicial dependente do utilizador que o escreveu (ver ponto 2) e do resultado das moderações a que foi sujeito (ver ponto 1).O valor inicial tem a seguinte regra: 1 ponto para comentários de utilizadores com menos de 50 pontos de prestígio (ver ponto 3) ; 2 pontos para comentários de utilizadores com 50 ou mais pontos de prestígio.
Os comentários aparecem ordenados por ordem decrescente de pontos.

4) Evaporação de prestígio: O prestígio dos utilizadores "evapora-se" com o passar do tempo se o utilizador não intervier na comunidade. Esta regra implica que, por exemplo, um utilizador com 50 pontos de prestígio perde 1 ponto de 4 em 4 dias, um com 100 perde 1 ponto por dia e um que tenha 400 pontos perde 8 pontos por dia. Utilizadores com 25 pontos ou menos não sofrem evaporação.

5) Alerta de comentário abusivo:
O botão “Alerta de comentário abusivo” envia uma mensagem de correio electrónico para vários elementos da redacção do Expresso, com a indicação do comentário considerado abusivo. O comentário em causa será objecto de análise por parte do Expresso. que decidirá mantê-lo ou apagá-lo. Nunca estarão em causa questões de opinião, mas apenas a utilização de linguagem imprópria ou injúrias a terceiros.

Encontro-me ao seu dispor através do mail miguelm[arroba]expresso.pt ou do telefone 21 454 42 54

Cumprimentos,"

[Esta informação foi-me enviada hoje por email]

   

quinta-feira, setembro 25, 2008

Web 2.0 !#$&?!?!@



"Web 2.0" está praticamente ao nível de "blog" no que respeita a conversas sobre "fenómenos" a que tenho alergia. Mas eles estão aí, e este texto de Jorge Martins Rosa, professor na FCSH da Nova, publicado em Junho de 2007, vai muito para lá da fala baratíce que é comum associar-se ao primeiro.

sublinho na pág. 4:
[...]
"Indo um pouco mais longe - talvez para descontento dos designers gráficos -, o passo seguinte consiste em descartar a apresentação como algo perfeitamente secundário. Se a isso se juntar, em sites com uma actualização frequente como é o caso dos blogs, a velha mas incontornável estrutura típica do jornalismo, a da pirâmide invertida, tem-se o ponto de partida para uma outra tecnologia a que costuma ser associado o rótulo «Web 2.0»: os feeds em RSS ou Atom.

[...]

À primeira vista, nada parece haver de extraordinário nos feeds; o facto de serem fragmentos ou resumos de sites, despidos de qualquer conteúdo visual , pode aliás parecer um recuo aos tempos da «banda curta». Todavia, é aí que se esconde uma das novas potencialidades mais interessantes. Se o conteúdo se libertou da sua envolvente «estética», isso significa que pode assumir múltiplas formas de apresentação - as que se devem ao designer do site de origem, mas também aquelas que o utilizador, o seu «agregador de feeds» ou um outro designer de outro site tenham estabelecido.

Tanto ou mais relevante, o próprio conteúdo está liberto da fonte que o gerou, podendo ser (criativamente ou não) combinado com outras fontes, criando aquilo a que se chama um mashup. Note-se que isto, por si só, nem sempre é suficiente, mas há cada vez mais sites que facilitam a tarefa, disponibilizando pequenas aplicações (API, isto é «Application Programming Interfaces») que podem ser usadas para, por exemplo, criar um mapa actualizado do crime em Chicago (cf. www.chicagocrime.org/map/), mostrar como se distribuem geograficamente as doenças mais comuns (http://whoissick.org/sickness/ [cf. Figura 5]) ou gerar uma lista de vídeos do YouTube que tenham sido catalogados com uma determinada palavra-chave."

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