A mostrar um sentido de oportunidade sem par, o logo do Chrome, o browser recentemente lançado pela Google, ainda em fase beta, representa exemplarmente o percurso que se pressente na web, tão conviente à Google quanto inconveniente à Microsoft: a do software como serviço [cloud computing] de que nos fala também Nicholas Carr no seu livro The Big switch- Rewiring the World, from Edison to Google.
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terça-feira, novembro 25, 2008
sexta-feira, outubro 17, 2008
A ambição totalitária do design

O novo totalitarismo do século XXI vem-nos das bandas do design, que já não é "forma da função" [um primitivismo hoje só defendido pelos ignorantes], mas "processo". A definição de design centrada nos artefactos está completamente ultrapassada, esclarecia há dias Guta Moura Guedes no Câmara Clara. Design é metodologia processual de trabalho...é um sistema de arrumação de conhecimentos...Pode ir do desenho de uma cadeira...ao programa de um governo... a um projecto de arquitectura...
Silogisticamente o raciocínio é irrepreensível. Vejamos:
Todas as actividade humanas pressupõem um "processo"
Design é "processo"
Todas as actividades humana pressupõem o design
Coadjovando a tese, também a arte digital regojiza:
Por muito que custe aos artistas, o design engoliu a arte e finalmente deixou de estar no papel de mediador entre a arte e a tecnologia lê-se no Mouseland. E ainda no mesmo artigo: o Design é concepção e planificação de todas as instâncias do artificial ou do mundo feito pelo homem.
Espero não me esquecer. Já não via nada tão moderno há muito tempo.
Créditos: imagem de Von Kinder
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