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quinta-feira, março 12, 2009

A web 2.0 enquanto expressão tecnológica de um sonho social de igualdade



Já lá vão uns meses. A comunicação de Manuel Pinto: "A web 2.0 e os Media: da Alocução à Conversação" no Encontro sobre web 2.0 , iluminou na altura as minhas múltiplas impressões sensíveis e por si só justificou a deslocação à Universidade do Minho.
Algumas notas  que então tirei apressadamente:
insight:
a web social enquanto expressão tecnológica de um sonho social de igualdade.

Que igualdade?
 Dois modelos:
-o modelo da conversação interacção ente iguais defendido por John Dewey "The public and it´s problems"[com associado perigo do igualitarismo]; 
Modelo Alocução: processo comunicativo assimétrico  defendido por Walter Lippman em "Public Opinion" [perigo do paternalismo].
Pois, é pouco, e nem posso garantir que seja tal e qual. Gostava de ler o texto mas não o encontro.

quarta-feira, outubro 08, 2008

A propósito do Cloud Computing

Enquanto o jet set da net se deslumbra com o cloud computing, Richard Stallman [entre nós ao que parece mais conhecido pelo homem das nódoas] lança-lhe as mais inflamadas labaredas neste recente artigo do Guardian: "It's stupidity. It's worse than stupidity: it's a marketing hype campaign"..." Somebody is saying this is inevitable – and whenever you hear somebody saying that, it's very likely to be a set of businesses campaigning to make it true."

Sobre o Cloud Computing gostei deste vídeo e deste artigo. Genericamente refere-se a um ambiente computacional onde os dados e serviços estão alojados em servidores acessíveis através da internet. Ou seja, está tudo "nas nuvens" e nada alojado nos nossos computadores, telemóveis etc. Quanto a mim: "I hope it works".

Apontamento curioso: a Dell anda a tentar registar "cloud computing"

quarta-feira, outubro 01, 2008

A mala de viagem de Loic Le Meur

What is in my bag
De partida para Londres, Paris e Amesterdão, Loic Le Meur mostra-nos  o que vai levar na mala de viagem [que decepção...] para que, caso se esqueça de alguma coisa, alguém o possa ainda avisar. 
Quatro amigos respondem ao apelo, também através de vídeo - desinteressantes e aparvalhados. O suporte tecnológico que permite este "diálogo" é o Seesmic, serviço cujo mentor é precisamente Loic Le Meur, considerado este ano pela BusinessWeek como uma das 25 pessoas mais influentes da internet.
A mim não me infuencia muito mas admiro-lhe a capacidade de comunicação e o esforço de relacionamento: é exemplar. 
Quanto ao Seesmic, é um projecto que aprecio, e que pode ter usos interessantes em contextos educativos, laborais..

sexta-feira, setembro 26, 2008

O futuro dos media: recordando o EPIC 2014


Ainda na gaveta, encontro um artigo antigo do Jorge Nascimento Rodrigues (da mítica Janela na Web) que refere o EPIC 2014: curto filme futurista sobre o panorama dos media no ano de 2014.


quinta-feira, setembro 25, 2008

Web 2.0 !#$&?!?!@



"Web 2.0" está praticamente ao nível de "blog" no que respeita a conversas sobre "fenómenos" a que tenho alergia. Mas eles estão aí, e este texto de Jorge Martins Rosa, professor na FCSH da Nova, publicado em Junho de 2007, vai muito para lá da fala baratíce que é comum associar-se ao primeiro.

sublinho na pág. 4:
[...]
"Indo um pouco mais longe - talvez para descontento dos designers gráficos -, o passo seguinte consiste em descartar a apresentação como algo perfeitamente secundário. Se a isso se juntar, em sites com uma actualização frequente como é o caso dos blogs, a velha mas incontornável estrutura típica do jornalismo, a da pirâmide invertida, tem-se o ponto de partida para uma outra tecnologia a que costuma ser associado o rótulo «Web 2.0»: os feeds em RSS ou Atom.

[...]

À primeira vista, nada parece haver de extraordinário nos feeds; o facto de serem fragmentos ou resumos de sites, despidos de qualquer conteúdo visual , pode aliás parecer um recuo aos tempos da «banda curta». Todavia, é aí que se esconde uma das novas potencialidades mais interessantes. Se o conteúdo se libertou da sua envolvente «estética», isso significa que pode assumir múltiplas formas de apresentação - as que se devem ao designer do site de origem, mas também aquelas que o utilizador, o seu «agregador de feeds» ou um outro designer de outro site tenham estabelecido.

Tanto ou mais relevante, o próprio conteúdo está liberto da fonte que o gerou, podendo ser (criativamente ou não) combinado com outras fontes, criando aquilo a que se chama um mashup. Note-se que isto, por si só, nem sempre é suficiente, mas há cada vez mais sites que facilitam a tarefa, disponibilizando pequenas aplicações (API, isto é «Application Programming Interfaces») que podem ser usadas para, por exemplo, criar um mapa actualizado do crime em Chicago (cf. www.chicagocrime.org/map/), mostrar como se distribuem geograficamente as doenças mais comuns (http://whoissick.org/sickness/ [cf. Figura 5]) ou gerar uma lista de vídeos do YouTube que tenham sido catalogados com uma determinada palavra-chave."

quarta-feira, setembro 24, 2008

Delicious? Eh pá não me entendo com isso.


Enerva-me o mecanismo de gestão das tags; tenho 1207 tags criadas o que me causa enormes dificuldades na classificação de novos conteúdos bem como a encontrar os que já lá estão - por norma opto logo por fazer uma pesquisa no google-... But...

o certo é que uso o Delicious ininterruptamente desde Maio de 2005, mas estou sem paciência para pensar sobre isso agora.

O que me interessa é precisamente a "folksonomy". Nesta fase deixo a referência para um texto que ainda não consegui encontrar, pois o link que lhe dá acesso está partido, e não me tenho esforçado muito nesse sentido:

Marcirio Silveira Chaves. "Web 2.0 e Folksonomy". II Simpósio Doutoral da Linguateca 2006 (Faculdade de Ciências - Universidade de Lisboa, 10-11 de Abril de 2006 ). html . [o tal link partido é este mesmo aqui atrás. ..].

resumo:
"Apresenta-se os princípios da Web 2.0 e alguns exemplos de sistemas que implementam tais princípios.
Em seguida, apresenta-se o conceito de /Folksonomy (/Gerenciamento da etiquetagem feita pelas pessoas) - processo no qual o utilizador coloca etiquetas em objetos (URLs, fotos, objetivos, etc.) para facilitar sua recuperação e representação da informação.
Discute-se também as forças e fraquezas desse novo paradigma.
Além disso, apresenta-se o artigo "Ontologias somos nós" de Peter Mika, onde ontologias são construídas a partir das etiquetas geradas pelos utilizadores.
Por fim, discute-se a relação da Web 2.0 com a Web Semântica e propõe-se algumas reflexões."

A história dos blogs em Portugal


O tema entedia-me q.b., mas deixo como bookmark 2 artigos sobre, e os nomes das pessoas que a estão a estudar:

Os artigos [ver tb os comentários]:

1. Blogosfera portuguesa faz 5 anos [Paulo Querido]

2.Ainda os 5 anos da blogosfera portuguesa [Paulo Querido]:

Hugo Silva está a trabalhar na dissertação de Mestrado sobre blogues e tem um apanhado, A história dos blogues em Portugal

Não foi esquecimento, pois que conheço o valioso (e tremendo) trabalho de recensão do Leonel Vicente, estava a guardá-lo para outra oportunidade — que entretanto chegou. O seu Pulsar dos diários virtuais é outro apanhado histórico fundamental para a compreensão do percurso da blogosfera.

terça-feira, setembro 23, 2008

O que é feito do Pedro Fonseca?

Por motivos que não vou prescrutar perscrutar, perguntei-me pelo Pedro Fonseca. Foi das primeiras pessoas em Portugal a falar de blogs, e o primeiro (?) a criar um directório de blogs portugueses, o blogs em. pt.
Faço uma pesquisa. Não o encontro à primeira. Redefino para: pedro fonseca marketing. Uma entrevista no Tubarão Ésquilo de 14 de Novembro de 2007 aparece na 5ª posição. Pedro Fonseca faz parte da Rede Tubarão Ésquilo com o blog VideosAVer.

Tomo nota:
4 - Porquê na rede TubarãoEsquilo e o que espera dela?
A TE é uma evolução natural dos blogs. Há os pessoais e os colectivos. Uma tendência recente é a agregação de certos tipos de blogues numa rede.
[...]

9 - Um motivo para visitar o seu blog
A descoberta de vídeos e – agora menos mas hei-de mudar isso – de notícias sobre como o vídeo na Web está a evoluir de uma forma crescente e firme, transfigurando uma Web que foi de texto, passou ao som e está calmamente impregnada de uma “televisão” pessoal e transmissível. O futuro não parou e eu tenciono acompanhá-lo.
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Os vídeos são interessantes, é certo. Mas esperava mais.

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