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quinta-feira, outubro 16, 2008

A nova moda dos convites de casamento digitais

Acabadinhos de chegar:*




Get a Voki now!



Get a Voki now!

Pergunta: o meio é a mensagem?
*[é treta. Fui eu que fiz para testar o Voki, brincar um bocado com os visados e deixar no ar a velha pergunta (ou será questão??)]

quarta-feira, outubro 01, 2008

A mala de viagem de Loic Le Meur

What is in my bag
De partida para Londres, Paris e Amesterdão, Loic Le Meur mostra-nos  o que vai levar na mala de viagem [que decepção...] para que, caso se esqueça de alguma coisa, alguém o possa ainda avisar. 
Quatro amigos respondem ao apelo, também através de vídeo - desinteressantes e aparvalhados. O suporte tecnológico que permite este "diálogo" é o Seesmic, serviço cujo mentor é precisamente Loic Le Meur, considerado este ano pela BusinessWeek como uma das 25 pessoas mais influentes da internet.
A mim não me infuencia muito mas admiro-lhe a capacidade de comunicação e o esforço de relacionamento: é exemplar. 
Quanto ao Seesmic, é um projecto que aprecio, e que pode ter usos interessantes em contextos educativos, laborais..

quinta-feira, setembro 25, 2008

Web 2.0 !#$&?!?!@



"Web 2.0" está praticamente ao nível de "blog" no que respeita a conversas sobre "fenómenos" a que tenho alergia. Mas eles estão aí, e este texto de Jorge Martins Rosa, professor na FCSH da Nova, publicado em Junho de 2007, vai muito para lá da fala baratíce que é comum associar-se ao primeiro.

sublinho na pág. 4:
[...]
"Indo um pouco mais longe - talvez para descontento dos designers gráficos -, o passo seguinte consiste em descartar a apresentação como algo perfeitamente secundário. Se a isso se juntar, em sites com uma actualização frequente como é o caso dos blogs, a velha mas incontornável estrutura típica do jornalismo, a da pirâmide invertida, tem-se o ponto de partida para uma outra tecnologia a que costuma ser associado o rótulo «Web 2.0»: os feeds em RSS ou Atom.

[...]

À primeira vista, nada parece haver de extraordinário nos feeds; o facto de serem fragmentos ou resumos de sites, despidos de qualquer conteúdo visual , pode aliás parecer um recuo aos tempos da «banda curta». Todavia, é aí que se esconde uma das novas potencialidades mais interessantes. Se o conteúdo se libertou da sua envolvente «estética», isso significa que pode assumir múltiplas formas de apresentação - as que se devem ao designer do site de origem, mas também aquelas que o utilizador, o seu «agregador de feeds» ou um outro designer de outro site tenham estabelecido.

Tanto ou mais relevante, o próprio conteúdo está liberto da fonte que o gerou, podendo ser (criativamente ou não) combinado com outras fontes, criando aquilo a que se chama um mashup. Note-se que isto, por si só, nem sempre é suficiente, mas há cada vez mais sites que facilitam a tarefa, disponibilizando pequenas aplicações (API, isto é «Application Programming Interfaces») que podem ser usadas para, por exemplo, criar um mapa actualizado do crime em Chicago (cf. www.chicagocrime.org/map/), mostrar como se distribuem geograficamente as doenças mais comuns (http://whoissick.org/sickness/ [cf. Figura 5]) ou gerar uma lista de vídeos do YouTube que tenham sido catalogados com uma determinada palavra-chave."

quarta-feira, setembro 24, 2008

Delicious? Eh pá não me entendo com isso.


Enerva-me o mecanismo de gestão das tags; tenho 1207 tags criadas o que me causa enormes dificuldades na classificação de novos conteúdos bem como a encontrar os que já lá estão - por norma opto logo por fazer uma pesquisa no google-... But...

o certo é que uso o Delicious ininterruptamente desde Maio de 2005, mas estou sem paciência para pensar sobre isso agora.

O que me interessa é precisamente a "folksonomy". Nesta fase deixo a referência para um texto que ainda não consegui encontrar, pois o link que lhe dá acesso está partido, e não me tenho esforçado muito nesse sentido:

Marcirio Silveira Chaves. "Web 2.0 e Folksonomy". II Simpósio Doutoral da Linguateca 2006 (Faculdade de Ciências - Universidade de Lisboa, 10-11 de Abril de 2006 ). html . [o tal link partido é este mesmo aqui atrás. ..].

resumo:
"Apresenta-se os princípios da Web 2.0 e alguns exemplos de sistemas que implementam tais princípios.
Em seguida, apresenta-se o conceito de /Folksonomy (/Gerenciamento da etiquetagem feita pelas pessoas) - processo no qual o utilizador coloca etiquetas em objetos (URLs, fotos, objetivos, etc.) para facilitar sua recuperação e representação da informação.
Discute-se também as forças e fraquezas desse novo paradigma.
Além disso, apresenta-se o artigo "Ontologias somos nós" de Peter Mika, onde ontologias são construídas a partir das etiquetas geradas pelos utilizadores.
Por fim, discute-se a relação da Web 2.0 com a Web Semântica e propõe-se algumas reflexões."

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